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| Características
Maior cidade de Santa Catarina, tem em seus limites as sedes de gigantes da
economia nacional que garantem força industrial, além de atrair mão-de-obra qualificada.
Data de fundação
09 de março de 1851
Data festiva
09 de março (aniversário da cidade)
Principais atividades econômicas
A base da economia de Joinville é a indústria,
seguida pelo comércio e turismo de eventos
População
500.000 habitantes
Colonização
Alemã, suíça e norueguesa
Principais etnias
Alemã, suíça e norueguesa
Localização
Nordeste do Estado, a 180km de Florianópolis
Área
1.183km2
Clima
Temperado. A temperatura média varia entre 15ºC e 25ºC
Altitude
03m acima do nível do mar
Cidades próximas
Guaruva, Balneário Barra do Sul, Jaraguá do Sul, São Bento do Sul, São Franciso do Sul
Trabalho e diversão andam juntos em Joinville
Um dos mais charmosos destinos de turismo e negócios do Brasil. A "Cidade das Flores" possui a combinação perfeita de tudo o que se procura para fazer um bom evento: beleza natural, a riqueza cultural das tradições germânicas e um moderno complexo de equipamentos e serviços, com padrão internacional de qualidade e preços competitivos. Maior e mais rica cidade catarinense, com 500.000 (quinhentos mil) habitantes, Joinville concilia sua centenária vocação industrial com um novo perfil consolidado nesta década: o de referência latino-americana como centro de turismo e eventos. A cidade está capacitada para receber confortavelmente milhares de pessoas em congressos, concertos, exibições de dança, feiras industriais, torneios esportivos, convenções, shows e espetáculos. Há 3.500 leitos disponveis e 30 hotéis de categoria, além de inúmeras pousadas e hospedagens alternativas.
Fácil acesso por ar, terra e mar Para chegar na cidade, o acesso é fácil por via aérea, rodoviária e marítima. O aeroporto, a 10 km do Centro por estrada asfaltada, tem uma média de 12 vôos diários de aviões de grande porte, com as principais companhias aéreas do pais, direto para São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Porto Alegre, ou com escalas em diversas cidades do interior de Santa Catarina e São Paulo. Seu terminal de carga tem 425 metros quadrados. Há também mais três aeroportos alternativos em cidades vizinhas. Joinville está a apenas 135 km de Curitiba por rodovia duplicada, a BR-101, e a 184 km da capital catarinense, Florianópolis, por rodovia em duplicação. A proximidade do porto de São Francisco do Sul (45 km), um dos maiores e melhor equipados do Brasil, permite o transporte marítimo de equipamentos pesados com agilidade e segurança.
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Centreventos Cau Hansen |
Foto:
Luciano Abib (Visão Brasil) |
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Joinville na noite |
Foto:
Luciano Abib (Visão Brasil) |
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Mercado Público |
Foto:
Luciano Abib (Visão Brasil) |
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Joinville na Noite |
Foto:
Luciano Abib (Visão Brasil) |
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Barco Príncipe de Joinville |
Foto:
Luciano Abib (Visão Brasil) |
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Vista
de Joinville para a Baia da Babitonga |
Foto:
Luciano Abib (Visão Brasil) |
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Atendimento caloroso, atenção aos detalhes
A "Cidade dos Príncipes" foi construída por imigrantes europeus na segunda metade do século XIX em uma planície privilegiada pela natureza, entre o mar e a serra. Seus bairros residenciais se espraiam por quilômetros em volta do Centro, que pode ser percorrido a pé com facilidade. O táxi é barato e as distâncias em geral são curtas. Avenidas largas e pacatas ruas de paralelepípedos são ladeadas por jardins que revelam traços fundamentais da alma da cidade: o apurado gosto estético, a dedicação ao trabalho, a atenção meticulosa ao fazer bem-feito, de canteiros de flores a mega-eventos. Joinville é um moderno centro urbano que conserva o jeito simpático da gente do interior. Do garçom ao recepcionista do hotel, do taxista ao barman, os joinvilenses primam pelo atendimento caloroso. Esforçam-se para agradar os clientes, tratam-nos pelos nomes e vão além da mera cortesia profissional. A valorização de conceitos como hospitalidade, confiança e honestidade nos serviços faz do contato com os habitantes da cidade uma agradável e surpreendente experiência. Quem visita Joinville vai encontrar hotéis limpos, confortáveis e acolhedores. O dia começa com um excelente café-da-manhã, em que costumam estar presentes Apfelstrudel (torta de maçã), pão caseiro com nata, queijos artesanais e outras iguarias típicas. Com menos de 10 dólares almoça-se e janta-se muito bem, há dezenas de opções de cozinha internacional, alemã, italiana, oriental, churrascarias, cafés coloniais.
Infra-estrutura com padrão internacional
Joinville dispõe de um espaço multi-uso de categoria internacional para realização de grandes eventos: o Centreventos Cau Hansen. Construído em formato de arena, com inspiração nos mais avançados projetos existentes nos Estados Unidos e Europa, o local conta com equipamentos modernos e condições para receber até 10 mil pessoas. A Expoville, localizada na entrada da cidade, é outro espaço privilegiado para abrigar grandes festas e exposições. Há dezenas de auditórios e espaços para realização de shows, espetáculos de dança, feiras, exposições e congressos, além de uma oferta abrangente de prestadores de serviços e fornecedores de equipamentos para eventos. A estrutura de eletricidade, água, saneamento, transportes, telecomunicações, segurança e serviços bancários tem um ótimo padrão, capaz de atender as exigências de qualquer evento. Passeios de iate, campo de golfe... Joinville possui alguns diferenciais importantes. Um deles é o iate Príncipe de Joinville III, embarcação de turismo mais bem equipada da costa brasileira, com capacidade para 350 pessoas. O Príncipe de Joinville III faz passeios pelas águas tranqüilas do arquipélago da Baía da Babitonga, em meio a um rico ecossistema que serve de santuário para a reprodução de muitas espécies. Além de passeios, é possível realizar eventos a bordo, o que dá um charme especial a qualquer programação. Enquanto você estiver em Joinville, é possível, ainda, manter-se em dia com as práticas esportivas, a cidade dispõe de campo de golfe, hípica, kartódromo... Os amantes de esportes e da vida ao ar livre têm à disposição locais para a prática de qualquer esporte, desde tiro (tradição alemã da Idade Média preservada até hoje) até esportes radicais e esportes náuticos, o maior e mais bem equipado Iate Clube de Santa Catarina fica no município.
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Localização
de Joinville
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Distâncias em Km
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Principais Capitais do Brasil
Brasilia DF - 1683
Curitiba PR - 135
Porto Alegre RS - 698
Rio de Janeiro RJ - 1000
São Paulo SP - 535
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Santa
Catarina
Barra Velha
- 45
Blumenau - 130
Balneário Camboriú - 92
Criciúma - 343
Florianópolis - 184
Fraiburgo - 300
Itajaí - 88
Itapema - 102
Jaraguá do Sul - 51
Lages - 337
Laguna - 300
Penha - 68
Rio Negrinho - 90
São Bento do Sul - 80
São Francisco do Sul - 45
São Joaquim - 458
Tubarão - 320
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Nossa História
Uma história de 5 mil anos
Habitualmente, remonta-se o surgimento da colônia Dona Francisca, atual cidade de Joinville ao contrato assinado em1849 entre a Sociedade Colonizadora de Hamburgo e o príncipe e a princesa de Joinville (ele, filho do rei da França e ela, irmã do imperador D. Pedro II), mediante o qual estes cediam 8 léguas quadradas à dita Sociedade, para que fossem colonizadas. Assim, oficialmente a história de Joinville começa com a chegada da primeira leva de imigrantes europeus e a "fundação" da cidade em 9 de março de 1851. Sabe-se, no entanto, que há cerca de cinco mil anos, comunidades de caçadores e coletores já ocupavam a região, deixando vestígios (sambaquis, artefatos). Índios ainda habitavam as cercanias quando aqui chegaram os primeiros imigrantes. Por fim, no século XVIII, estabeleceram-se na região famílias de origem lusa, com seus escravos negros, vindos provavelmente da capitania de São Vicente (hoje Estado de São Paulo) e da vizinha cidade de São Francisco do Sul. Adquiriram grandes lotes de terra (sesmarias) nas regiões do Cubatão, Bucarein, Boa Vista, Itaum e aí passaram a cultivar mandioca, cana-de-açúcar, arroz, milho entre outros.
Os primeiros imigrantes
Por volta da década de 1840, uma grave crise econômica, social e política assolou a Europa. Fugindo da miséria, do desemprego, de perseguições políticas, milhares de pessoas resolveram emigrar. Um dos destinos era a colônia Dona Francisca, para onde vieram cerca de 17.000 pessoas entre 1850 e 1888. A maioria protestantes, agricultores sem recursos, estimados pela propaganda, que apresentava o lugar como se fosse um verdadeiro paraíso terrestre. A intenção da Sociedade Colonizadora, formada por banqueiros, empresários e comerciantes era, entretanto, auferir grandes lucros com a "exportação" dessa "carga humana" e estabelecer uma colônia uma colônia "alemã", vinculada aos interesses comerciais alemães. O governo imperial brasileiro por sua vez incentivava a imigração visando substituir a mão-de-obra escrava por colonos "livres", ocupar os vazios demográficos e também "branquear" a população brasileira.
A evolução econômica
A indústria e o comércio, porém, começavam a se destacar: havia quatro engenhos de erva-mate, 200 moinhos, onze olarias. Exportava-se madeira, couro, louça, sapatos, móveis, cigarros e mate; importava-se ferro, artigos de porcelana e pedra, instrumentos musicais, máquinas e instrumentos agrícolas, sal, medicamentos, trigo, vinho, cerveja, carne seca e sardinha. Ainda nesse ano, Joinville é elevada à categoria de cidade (em 1866 fora elevada à vila, desmembrando-se politicamente de São Francisco do Sul). Na década de 1880, surgem as primeiras indústrias têxteis e metalúrgicas. O mate transforma-se no principal produto de exportação da colônia Dona Francisca; o seu comércio, iniciado por industriais vindos do Paraná, deu origem às primeiras fortunas locais e consolidou o poder de uma elite luso-brasileira. Isso gerou uma tensão com a elite germânica, hegemônica até então, na luta pelo poder político local. Nesse período, Joinville já contava com inúmeras associações culturais (ginástica, tiro, canto, teatro), escola, igrejas, hospital, loja maçônica, corpo de bombeiros entre outros. No início do século XX, uma série de fatos acelerou o desenvolvimento da cidade: é inaugurada a Estrada de Ferro São Paulo Rio Grande, que passava por Joinville, rumo a São Francisco do Sul; surgem a energia elétrica, o primeiro automóvel, o primeiro telefone e o sistema de transporte coletivo. Na área educacional, o professor paulista Orestes Guimarães promove a reforma no ensino em Joinville. Em 1926, a cidade tinha 46 mil habitantes. Na economia percebeu-se o fortalecimento do setor metal-mecânico; entra aqui o capital acumulado durante décadas pelos imigrantes germânicos e seus descendentes.A partir de 1938, a cidade passou a sofrer os efeitos "Campanha de Nacionalização" promovida pelo governo Vargas: a língua alemã foi proibida, as associações alemãs foram extintas, alemães e descendentes forma perseguidos e presos. Essas ações intensificaram-se ainda mais com a entrada do Brasil na 2ª Guerra Mundial, acirrando os ânimos entre a população luso-brasileira e os alemães e seus descendentes, causando profundas seqüelas na sociedade local.
Manchester catarinense
Entre as décadas de 50 e 80, Joinville viveu outro surto de crescimento: com o fim do conflito mundial, o Brasil deixou de receber os produtos industrializados da Europa. Isso fez com a cidade se transformasse em pouco tempo em um dos principais pólos industriais do país, recebendo por isso a denominação de "Manchester Catarinense" (referência à cidade inglesa de mesmo nome). O crescimento desordenado trouxe também problemas sociais que persistem até os dias atuais, como desemprego, miséria, criminalidade, falta de segurança pública e infra-estrutura deficitária. O perfil da população modificou-se radicalmente com a chegada de migrantes vindos de várias partes do país, em busca de melhores condições de vida. Aos descendentes dos imigrantes que colonizaram a região q que hoje são minoria, somam-se hoje pessoas das mais diferentes origens étnicas, formando uma população de cerca de 500.000 habitantes. Joinville é uma cidade que pretende preservar sua história e inserir-se na "modernidade".
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Os textos acima
foram retirados do site da PROMOTUR (www.promotur.com.br)
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Agradecimento
especial à Luciano Abib (agência
Visão Brasil), que gentilmente nos cedeu as imagens de
Joinville que
ilustram esta página sobre a cidade.
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